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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

João Pessoa, é uma terapia e tanto segundo VDM


João Pessoa é um município brasileiro, capital e cidade mais populosa do estado da Paraíba.É conhecida como "Porta do Sol", devido ao fato de no município estar localizada a Ponta do Seixas, que é o ponto mais oriental das Américas.
Fundada em
1585 com o nome de Nossa Senhora das Neves, João Pessoa é a terceira capital de estado mais antiga do Brasil e também a última a ser fundada no país no século XVI. A cidade é também notável pelo clima tropical, por ser a maior em economia (indústrias, comércio e serviços) e arrecadação de impostos para o estado, pelas suas praias e pelos vários monumentos de arquitetura e arte barroca.
Durante a
ECO-92, a conferência da ONU sobre o meio ambiente, João Pessoa recebeu o título de segunda cidade mais verde do mundo. Segundo um cálculo baseado na relação entre número de habitantes e área verde, a cidade perderia apenas para Paris.[5]
Em janeiro de 2005, o historiador Guilherme D'Avilla Lins realizou uma revisão e retificação dos nomes oficiais da capital paraibana, tendo publicado o seguinte resumo das diferentes denominações:
Povoação de Nossa Senhora das Neves (
1585)
Cidade de Nossa Senhora das Neves (
1589)
Cidade de Filipéia de Nossa Senhora das Neves (
1600)
Frederikstadt (1635)
Cidade de Nossa Senhora das Neves (
1655)
Cidade da Paraíba (
1817)
Cidade de João Pessoa (
4 de setembro de 1930)

História
Foi fundada em
12 de agosto de 1585 com o nome de Nossa Senhora das Neves, a santa do dia em que foi firmada a aliança com os Tabajara (5 de agosto) (depois da aliança com os Tabajara, demorou ainda 3 meses para ser fundada, de fato, a cidade). João Pessoa já nasceu com o status de cidade, jamais vivendo a condição de vila, fato esse ocorrido porque foi fundada pela cúpula da Fazenda Real numa Capitania Real da Coroa Portuguesa.[carece de fontes?]
Com o passar do tempo, foi recebendo várias denominações: Filipéia de Nossa Senhora das Neves, em 1588, homenageando o rei
Filipe II de Espanha, quando da União Ibérica, período em que o Reino de Portugal foi incorporado à coroa espanhola. Durante a ocupação holandesa, entre 1634 e 1654, designou-se Frederikstadt (Cidade Frederica), em homenagem ao príncipe de Orange, Frederico Henrique.
Com a reconquista portuguesa, passou a chamar-se Cidade da Parahyba. Por conta de uma visita temporária de D.
Pedro II do Brasil à cidade em fins de 1859, recebeu provisoriamente o título de Imperial Cidade.

Centro Histórico é patrimônio cultural e artístico do Brasil.
Sua denominação atual, João Pessoa, é uma homenagem ao político
paraibano João Pessoa, assassinado em 1930 na cidade do Recife, quando era presidente do estado e concorria, como candidato a vice-presidente, na chapa de Getúlio Vargas. O fato causou grande comoção popular, sendo praticamente o estopim da Revolução de 30,[carece de fontes?] embora se discuta se realmente houve motivação política no ato, que foi executado por João Duarte Dantas, cujo escritório fora invadido por tropas governamentais, tendo sido suas cartas amorosas à professora Anayde Beiriz trazidas a público.
A Assembléia Legislativa Estadual aprovou a mudança do nome da capital em
4 de setembro de 1930. Há algum tempo, cidadãos pessoenses discutem a possibilidade de rever a homenagem e substituir o nome de João Pessoa por outro, entre os quais, figuram "Paraíba" e "Cabo Branco".[carece de fontes?] Entre outros argumentos, alega-se que a mudança de nome, em 1930, foi realizada em um momento de comoção e de instabilidade social, quando vários adversários políticos do grupo de João Pessoa foram presos e mortos. Acrescenta-se ainda que não há consenso sobre as virtudes de pessoa e de gestor público as quais confeririam o mérito ao ex-presidente da Paraíba (na época, denominação para o cargo de governador) para tal homenagem. De outra parte, os defensores da manutenção do nome argumentam que João Pessoa foi político exemplar e combateu o coronelismo e as oligarquias.
A cidade de João Pessoa nasceu nas margens do
rio Sanhauá, a partir de onde sobiu as ladeiras em direção ao que hoje é o Centro. A expansão urbana ocupou a antiga área rural. A partir da segunda metade dos anos 70, com a ascensão da orla marítima, a economia da área perdeu um pouco de sua importância de outrora. No que diz respeito à arquitetura, os bairros do Centro comportam a maior parte das áreas que são objeto de tombamento pelos órgãos de proteção ao patrimônio, dentre elas, o Centro Histórico, Rua das Trincheiras e as proximidades da Rua Odon Bezerra, no bairro de Tambiá.

Getúlio Vargas e João Pessoa.
A cidade, no decorrer do
século XX, perdeu importância e viu a ascensão de Campina Grande, segunda maior cidade do estado.[carece de fontes?] A economia pessoense, na primeira metade do século, praticamente se estagnou. Até os anos 60, era, praticamente uma capital administrativa, pois Campina Grande, cidade distante 125 quilômetros, aproximou-se do posto de cidade mais importante do Estado, já que, nesse período, Campina Grande despontava como importante pólo comercial e industrial não só do estado, mas também da região Nordeste, passando a arrecadar mais impostos do que a Capital.[carece de fontes?] João Pessoa, naquela época, tinha poucas indústrias e apenas desempenhava funções administrativas e comerciais. A partir dos anos 60, após investimentos privados e governamentais, tanto do governo estadual quanto do governo federal, João Pessoa ganhou novas indústrias e importância, reafirmando sua posição de principal cidade do Estado, em termos econômicos, sociais, populacionais e turísticos. Conta atualmente com dois Distritos Industriais administrados pela CINEP (Companhia de Desenvolvimento da Paraíba): Distrito Industrial de João Pessoa e o Distrito Industrial de Mangabeira.
Há um parque industrial complexo de diversos segmentos: alimentos, automobilística (bugres), bebidas, betonita, cimento, concreto, couro, metalúrgica, móveis, ótica, papel, pisos cerâmicos, química, têxtil, dentre outros.

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