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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

História de Alagoas, um lugar para turismo total...


A História de Alagoas começa antes do
descobrimento do Brasil, quando o atual território do estado era povoado pelos índios caetés.
Surgimento

Localizado entre os dois maiores centros açucareiros do Nordeste - Pernambuco e Bahia -, o estado desenvolveu e consolidou sua economia, baseada nos engenhos de açúcar e na criação de gado, em que predominava o trabalho escravo de negros e mestiços. Entre os séculos XVI e XVII, piratas estrangeiros atacam sua costa, atraídos pelo pau-brasil. No início do século XVI a região foi invadida pelos franceses. Porém, em 1535, Duarte Coelho Pereira, donatário da capitania de Pernambuco, retomou o controle da área para os portugueses. Duarte ainda incentivou o plantio da cana e a construção de engenhos.

Ocupação Holandesa
No
século XVII os holandeses ocuparam a área de onde só saíram em 1645. Data também do século XVII a formação do Quilombo dos Palmares, constituído por escravos fugitivos e destruído em 1690.Para manter o domínio do território, os colonizadores entram em choque com os nativos e dizimam tribos indígenas hostis, como os caetés. A partir do fim do século XVI, Alagoas e Pernambuco sediam o mais importante centro de resistência dos negros, o Quilombo dos Palmares, destruído em 1694 por Domingos Jorge Velho, após quase um século de existência.

Autonomia
Na maior parte do período colonial, Alagoas pertence à capitania de Pernambuco. Torna-se comarca em
1711 e separa-se em 1817, para se transformar em capitania autônoma. A separação é uma represália do governo central à Revolta Pernambucana. Com a independência do Brasil, em 1822, é convertida em província. Em 1839, Maceió passa a ser a nova capital, em substituição à cidade de Alagoas, hoje Marechal Deodoro. Durante o Império, movimentos como a Confederação do Equador e a Cabanada aí tiveram lugar. Mesmo no período republicano, Alagoas mantém as características econômicas e sociais de seu passado colonial: economia agrícola, com base nas produções canavieira (Zona da Mata) e algodoeira (Agreste), e pequena industrialização. A sociedade permanece dependente do poder e do clientelismo dos coronéis, grandes latifundiários e chefes das oligarquias locais. Nesta fase de consolidação, Alagoas era uma simples capitania anônima.

Alagoas Republicana
Alagoas deu ao Brasil os primeiros dois presidentes da
era republicana: Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto. A província tornou-se estado com a proclamação da República, em 15 de novembro de 1889.
A partir dos anos 60, a economia alagoana se beneficia dos programas da Sudene para a exploração do sal-gema, recebendo também investimentos da
Petrobras para a prospecção e produção de petróleo.
Teve seu primeiro presidente eleito pelas eleições diretas, Fernando Collor de Melo(nascido no Rio de Janeiro).
O Estado desenvolveu e consolidou sua economia, baseada nos
engenhos de açúcar e na criação de gado, em que predominava o trabalho escravo de negros e mestiços. Entre os séculos XVI e XVII, piratas estrangeiros atacam sua costa, atraídos pelo pau-brasil, e a região é invadida pelos holandeses. Para manter o domínio do território, os colonizadores entram em conflito com os nativos e dizimam tribos indígenas e hostis, como os caetés A partir do fim do século XVI, Alagoas e Pernambuco sediam o mais importante centro de resistência dos negros, o Quilombo dos Palmares, destruído em 1694 por Domingos Jorge Velho, após quase um século de existência, na Serra da Barriga no Município de União dos Palmares, terra do Zumbi.
Na maior parte do
período colonial, Alagoas pertenceu à capitania de Pernambuco. Tornou-se comarca em 1711 e separou-se em 1817, para se transformar em capitania autônoma. A separação foi uma espécie de represália do governo central à Revolta Pernambucana. Com a independência do Brasil, em 1822, é convertida em província. Em 1839, Maceió passou a ser a nova capital, em substituição à cidade de Alagoas, hoje denominada de Marechal Deodoro. Mesmo no período republicano, Alagoas manteve as características econômicas e sociais de seu passado colônia, mantendo uma economia agrícola da Zona da Mata e do Agreste e, paralelamente, desenvolvendo o setor industrial, com investimentos na exploração de petróleo e do sal-gema e em outras indústrias de médio e pequeno porte.
Atualmente possui uma economia muito voltada ao cultivo da cana-de-açucar, isso deve-se ao grande aumento do consumo de
álcool quanto a produção do etanol.

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